DEC.LEI Nº344/97

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Escrever é poder amar-te



terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

RASTO

Perderes-te de mim não acontecerá jamais, para qualquer lado onde vás tens-me contigo, as memórias de cervejas batidas no brinde a muitos anos e até mesmo o tamborilar na mesa a entrecortar as palavras seguidas que me fazías recitar-te por força de me gostares apenas de me ouvir, e eu falava, falava sem parar e sem gaguejar pois escrevera o texto dentro de mim na vontade que te tinha em que me olhasses mantendo-me despida de outros atavios que não fossemos nós os dois. Tu acreditavas, pela primeira vez acreditavas que a felicidade não era coisa de outros, estava ali ao nosso dispôr, nas nossas mãos que enredavam segredos que só deixávamos gotejar com medo de nos sujarmos. Assustaste-te, demasiado grande, enorme, imenso este sentir, fugiste de ti. De mim não: as minhas palavras vão sempre seguir-te para onde quer que vás.

3 comentários:

Moonlight disse...

Esteja onde estiver as tuas palavras andam comigo.

Respiro uma por uma

beijo

poetaeusou . . . disse...

*
no encal�o de ti,
,
conchinhas
,
*

Chat Gris disse...

Como sempre, tudo o que escreves é muito belo!