DEC.LEI Nº344/97

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Escrever é poder amar-te



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

GRITOS AO VENTO

Há uma ira escondida dentro do peito que a empurra como uma mola de um mecanismo pronto a ser activado. A raiva alojada mistura-se com os diferentes estádios que vão desde o punho fechado até ao convulsivo do choro, da fala disparada até ao silêncio pantanoso e tudo mina, tudo infecta, tudo alastra por si e a amarga na boca e nos olhos mas muito mais no sentir-se devorada neste mundo que a engole. Revolta-se, agita-se, esbraceja e abana a cabeça, abre as goelas ao universo e berra, tanto que a voz lhe escapa ao vento. Sente-se calma num repente, ouve o mar e o piar triste das gaivotas, não está sózinha.

3 comentários:

Moonlight disse...

Nunca está só basta fechar os olhos e ouvir os sons que a rodeia.

Beijo

poetaeusou . . . disse...

*
e o vento
corre e não cansa,
de ampliar esse teu grito,
,
conchinhas
,
*

£oµ¢o Ðe £Î§ßoa disse...

E na solidão recorda-te das cigarras que cantam quando as estrelas as visitam.

Ofereço-te um sorriso.