DEC.LEI Nº344/97

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Escrever é poder amar-te



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

EVOLUÇÃO

Afirmas-te como um romântico e sorris como se isso fosse defeito ou pecado a esconder, digo-te eu que aprecio-o, envergonhas-te a sentires que és coisa fora de moda mas sempre te repito que a candura dos gestos e o doce do olhar nunca enjoam, nada de embaraços, para quê desprezar o movimento das mãos no oculto de bolsos se eu até sou amante de mãos, dedos, rasgos profanos que escaldam o corpo e atingem cá dentro e nas palavras, tantas palavras suaves que tu sabes deslizar devagar, a sentir se eu sinto que queres que eu sinta. Claro. Limpido na forma como dizes que me queres sem seres o óbvio, muito mais subtil e brutal o teu olhar que nos olha já a dois, a um. E afinal nem saímos daqui, tomamos café como dois amigos que trocam episódios, apenas eu, apenas tu sabemos o que se passa.

2 comentários:

Moonlight disse...

Algo a dois somente aos dois diz respeito.

Beijo

£oµ¢o Ðe £Î§ßoa disse...

Gostava de chover em ti assim como tu sabes chover em mim.