DEC.LEI Nº344/97

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Escrever é poder amar-te



sábado, 1 de dezembro de 2007

TRINTA DE UMA VIDA

Apenas 3 dezenas e já apoias o rosto na palma da mão, traças a perna, sorris, franzes a testa, abres os olhos. Tão só um nada de tanto que aqui tenho para ti, ler para ti, contar e fazer sons, imitar mares ao ondular a mão à frente do peito, abrandar no momento dos beijos quase soletrando para que os sintas na tua boca, fechar em punho a violência e a maldade do mundo, não vá tocar-te. Só tens que esperar pelas letras vertidas, por sonhos que nunca contei, pelas imagens que guardo ao passar rápido na cidade, acender a luz quando a escuridão escorrer pelas paredes e nos quiser tomar. Tenho uma vida toda para te contar e um milhão passa tão rápido quanto o pensamento.

3 comentários:

Papoila disse...

O teu pensamento corre... por vezes mão consigo acompanhar estes pensares que espalhas, ramificas. Fico perdida
Baralho as palavras
e continuo a tentar perceber.

Beijinhos... e desculpa por vezes passar sem te falar ...mas ando numa de poucas palavras.

BF

Lu@r disse...

E eu um milhão de horas para ouvir a tua voz.

Beijo

Eärwen Tulcakelumë disse...

Sempre temos o "tempo" a nosso favor.

Pérolas incandescentes de contos.

Eärwen