DEC.LEI Nº344/97

TODOS OS TEXTOS SÃO DA PROPRIEDADE DO AUTOR E ESTÃO REGISTADOS AO ABRIGO DA LEI DA PROTECÇÃO DOS DIREITOS AUTORAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL. INCORRE NO CRIME DE CONTRAFACÇÃO QUEM SE APROPRIAR, COPIAR, PLAGIAR E MENCIONAR NO TODO OU/E EM PARTE OS TRABALHOS AQUI PUBLICADOS, EM CONFORMIDADE COM O CÓDIGO DE DIREITOS DE AUTOR E DOS DIREITOS CONEXOS.
.
.
.
Escrever é poder amar-te



terça-feira, 27 de novembro de 2007

E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE

De todo o amor leu tudo o que podía. Nenhum tinha fim porque todos tinham o mesmo fim. Perguntava-se se o amor não é um fim porque sería que de tanto nem um lá chegava?! O amor não é o principio, é o que se atinge e percorre durante. Até ao fim. Porque o fim não tem fim, é infinito, é o amor. Então, melhor não amar: assim nunca havería essa estrada longa para fazer, o amor a termo certo, o amor a prazo, a meta rasgada na separação. Que estranho soía... pois parece que os amantes sabíam desse fim logo à partida, mal davam as mãos e dizíam amo-te e mesmo condenados, o deserto minguava-se ao paraíso, o suicidio da viagem atraía sedutor na envolvência e promissor fim. E depois, aquela legenda sorridente com que se fechavam as histórias, mesmo mortos ou separados, em que todo o alcance do fim tinha sido o fim em si mesmo: amar.

1 comentário:

Lu@r disse...

O melhor mesmo é não amar...

Beijo