DEC.LEI Nº344/97

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sábado, 15 de março de 2008

TÃO CEDO, TÃO CEDO

É cedo, tão cedo para acordares e partires. Cedo demais para o que tivémos, para o que ainda podemos viver, para todos os gritos e risos e silêncios, e as mãos dadas e até as costas voltadas, que de todos esses tempos vem a harmonia dos ritmos, o compasso certo de dois. É cedo, tão cedo para baixares os braços e desistir da luta que mal ainda se percebe o troar dos canhões ou se avista a bandeira branca. É cedo demais para fazeres do romper uma noite às avessas, que da madrugada se encontra o meio caminho entre o dia e a escuridão. É cedo mas tão cedo e tão breve este estar que quase sinto que tarda o teu chegar.

2 comentários:

Sandra F disse...

Tão cedo partiste que nem os meus olhos te alcançaram, mas marcas irão ficar para recordar esse tempo fugidio...de uma história que tão cedo foi inventada.

Sandra F disse...

Olá. Passei pelo teu "rio", seguindo as pegadas do VanDog, gostei do que li, e irei voltar.